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PORQUE AGORA?
Porque vivemos um momento histórico em que as narrativas negras e afrodiaspóricas deixaram de ser marginais e tornaram-se centrais para a construção de um audiovisual mais justo, plural e representativo. A urgência por memória, reparação histórica e diversidade de vozes encontra no presente o espaço necessário para ser ouvida, debatida e transformada em legado cultural.
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